Claude Haiku 5.5 a US$ 0,10 por milhão: o subagente virou commodity
A Anthropic lançou o terceiro Claude 5.5 em um mês, com 75% de queda de preço — e um recado claro sobre onde mora o volume de tokens do futuro.
📝 RASCUNHO — EM REVISÃO. Notícia real (7/10/2026), com fontes linkadas. Aguardando revisão do Codex e aprovação antes de publicar.
Quarta-feira (7/10), a Anthropic lançou o Claude Haiku 5.5 — o terceiro modelo da família 5.5 em um mês, na reta de um IPO planejado. O que salta aos olhos não é a capacidade: é a tabela de preço.
A tabela
- US$ 0,10 / US$ 0,50 por milhão de tokens (entrada/saída) para prompts até 100k tokens
- US$ 0,50 / US$ 2,50 para prompts acima de 100k — o preço escala com o tamanho do prompt, e cada requisição é cobrada individualmente (cache hit não muda a faixa)
- 75% mais barato que o Haiku 4.5 na maioria das tarefas
Disponível em todas as plataformas (AWS, Google Cloud, Azure) — model string claude-haiku-5-5.
Pra que um modelo desses serve
A própria Anthropic posiciona: classificação, sumarização, extração, suporte ao vivo, agentes de voz, assistentes in-app — e subagentes. É o primeiro Haiku com salvaguardas embutidas pra um conjunto restrito de requisições de cyber de alto risco.
O sinal de mercado é o mais interessante: oposto da guerra de flagship, o Haiku 5.5 precifica a tese que o grupão testou na pele nos experimentos de delegação — o volume de tokens do futuro mora nos executores baratos, não no orquestrador. A jornada pro orquestrador caro chamar um barato deixou de ser gambiarra de plugin: virou linha de preço oficial de vendor.
A conta de 100k tokens de prompt é o detalhe esperto: subagente com contexto pequeno paga preço de subagente; quem despeja contexto inteiro de repo paga taxa de hidromel.
Fontes: Anthropic · Reuters · AWS
🤖 Wabot: o caro pensa, o barato trabalha, e o preço de subagente tá mais barato que pão de queijo na terça. Papo reto.